segunda-feira, 30 de julho de 2012

Série Cinema:                                              
                                                                  "Bem amadas"



 De Paris na década de 1960 à Londres nos 2000. Retrata a história de vida de Madeleine (Catherine Deneuve e Ludivine Sagnier) e sua filha Vera (Chiara Mastroianni), abordado o relacionamento delas com os homens de suas vidas. Busca responder: como resistir à passagem do tempo e resolver os nossos mais profundos sentimentos?

Dirigido por Christophe Honoré, o longa conta ainda com as presenças de Louis Garrel, Milos Forman e Paul Schneider no elenco.
Série Exposição

Mais uma Exposição no CCBB. Imperdível!!!!!

 Corpos Presentes/Still Being , do escultor inglês Antony Gormley.

 



“Antony Gormley construiu uma das mais coerentes pesquisas estéticas das últimas décadas da arte contemporânea. Baseando-se na tensão entre o corpo e o espaço, ele criou espaços, redefiniu o vazio e o pleno, endereçou a observação sobre o corpo como um procedimento participativo. Para entender Gormley, é preciso ver com a pele, mensurar com os olhos e se deixar ocupar pelo essencial sentido de presença, ferramenta fundamental para vivenciar sua obra.
De longe, a obra dele pode parecer obsessiva, estática e repetitiva. Ao se aproximar de suas instalações, esculturas e obras em espaço público, muito mais se revela. Sua capacidade de articular a percepção do espaço faz com que apareçam as muitas camadas de como o corpo é o definidor do espaço. A casa que o abriga. Se a pele é o contenedor da substância do corpo, a arquitetura é o contenedor dos corpos que habitamos.
Moldando suas figuras sempre a partir do seu próprio corpo, Gormley coloca-se na realidade urbana como um ato de performance ocupa um espaço. Certa imposição dada pelo estático, pela escala, pelo peso e pelo volume leva sua obra à condição de interventor da consciência sobre a própria condição humana. O ser estático.
Tentar colocar uma legenda em sua obra é fazer o que ele faz perder o sentido. Gormley é um artista criador de situações. Quando cria uma instalação em que ocupa os halls do Museu Hermitage com todas as suas pinturas e esculturas, o contexto onde estão inseridas passa a ser parte fundamental da obra. Assim como quando fez Blind Light, em que uma caixa de fumaça engolfa o visitante, que em si passa a ser a imagem da obra. Ou em Echigo Tsumari, em que a tensão de cabos em uma casinha de agricultor japonesa é feita ao extremo, como que a transformando em uma entidade. Diga-me onde estou que te direi quem sou. Ele cria a situação, assim como um artista performático quando insere o seu corpo em algum contexto. A equação transforma-se no resultado.  No processo de um ano e meio desenvolvendo este projeto, pude acompanhar de perto a mente e a energia desse grande criador. Obcecado por tudo, com uma capacidade de trabalho ímpar e o entusiasmo de um jovem artista, ele nunca desiste. Atento aos detalhes, criador de amigos e viajante irrequieto, o seu estúdio em Londres possui uma equipe alinhada, com uma organização rara no mundo das artes. Processos industriais aliados a processos superartesanais. Um excelente domínio da ciência por trás da arte. Essa relação entre geometria, gravidade, modelos tridimensionais, desenvolvimento e estudo de materiais leva a sua obra a desafios de engenharia que redefinem espaços. Gormley gosta do impossível e confia nos obsessivos.
O desafio nesta exposição que reconstrói uma boa parte da trajetória do artista é encontrar o corpo nas múltiplas facetas e linguagens que Antony Gormley explorou. Em toda a sua obra, pode-se encontrar essa manifestação do corpo, às vezes explícito, outras implícito, revelado em sua ausência. Mas é a abstração do espaço negativo do corpo que revela o território poético dele. Encontrar o que existe no vazio de cada corpo, ou o ar que ocupa o espaço não corpo, é a forma de encontrar essa ideia de molde do que somos. Os corpos de Gormley estão por toda parte, materializando-se e desmaterializando-se nos espaços expositivos. Aprender a revelar os corpos presentes é a essência desta exposição.
Uma das coisas mais intrigantes na obra de Gormley é a busca pelo equilíbrio, pela forte relação que suas obras possuem com a gravidade e seu centro de balanço. Seu processo construtivo desafia as características dos materiais e sua tensão em relação ao chão. Um corpo difere-se de um monte de carne pela dignidade associada ao fato de esse corpo conseguir se manter de pé. Esse aspecto cria um eixo vertical que se alia à percepção dos campos horizontais produzidos pela inserção de suas obras no espaço. O cruzamento desses dois eixos estabelece uma forma mítica, que surge silenciosamente ao se observar sua obra. Uma relação entre homens criando o espaço e as dimensões do lugar e do não lugar se tensionando. O aqui e o além.
Corpos Presentes / Still Being abre uma porta ao público brasileiro para o universo criativo e processual de Antony Gormley, explorando uma ampla gama de formas de articular a presença sensorial no espaço, como em obras como Breathing Room, até a inter-relação entre o corpo e o espaço público, como na intervenção Event Horizon.  Passa pela riqueza de sua vivência em Porto Velho, Rondônia, onde realizou o Amazonian Field, com seus milhares de corpos buscando sentido, há vinte anos atrás, durante a Eco-92. Ainda para esta exposição, Antony decidiu recriar uma de suas mais antigas obras, Mother’s Pride, em que come o seu espaço dentro do pão de que é feito. Um novo significado para a palavra pão de forma. A peça de maior escala da exposição é a obra Critical Mass, em que maciças figuras de 630 kg cada estão suspensas e aglomeradas na rotunda, como uma chuva de intenções diversas procurando uma posição improvável. Drift, Ferment e Loss apresentam a dimensão de certa abstração na sua representação da forma humana. Mas é Flesh que leva ao ponto mais radical do que ele faz: nesse bloco de concreto, na forma mítica de uma cruz, está o molde negativo de seu corpo, invisível, mas físico, absoluto e real. A matéria carrega algo que não vemos, apenas intuímos. Essa tensão é estruturante em sua obra, a presença física dissonante da percepção. Aquilo que não sabemos o que é, mas sentimos que está. Ainda que sendo um Corpo Presente.
‘Agora entre o meu ser e o ser alheio a linha de fronteira se rompeu.’ Waly Salomão
Para se entregar à obra de Antony Gormley, não se deve se ater ao que está visível aos olhos, mas sim a algo muito mais sublime e ao mesmo tempo intenso, o sentimento de presença – algo que não é do léxico comum das artes visuais, mas que quando ocorre desnuda o verdadeiro acontecimento da arte. A consciência do espaço e a evidência de que temos antenas psicofisiológicas, instrumentos ancestrais de percepção desenvolvidos no berço mais profundo da história humana, são elementos de linguagem que o artista usa para revelar o invisível em sua obra. Sua arte é mostrar o que não pode ser visto.”
Marcello Dantas( Curador da Mostra)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Série Exposição

Em agosto/ 2012 Exposição dos Impressionistas no CCBB/SP...imperdível!!!

A arte impressionista francesa a partir de agosto em São Paulo .

                                                                                            

A partir do dia 4 de agosto o Centro Cultural Banco do Brasil/SP recebe a mostra “: Paris e a Modernidade, Obras-Primas do Acervo do Museu d’Orsay de Paris, França” e apresenta uma Paris moderna – cidade que atraiu artistas como Claude Monet, Pierre-Auguste Renoir, Vincent Van Gogh e tantos outros.

A mostra fica em cartaz até o dia 7 de outubro, com entrada Catraca Livre. A curadoria fica a cardo de Caroline Mathieu, Guy Cogeval e Pablo Jiménez Burillo. 

Quem quiser conhecer mais sobre a arte francesa, vai se deparar com seis módulos da exposição: “Paris: a cidade moderna”, “A vida urbana e seus autores”, Paris é uma festa”, “Fugir da cidade”, “Convite à viagem” e “A vida silenciosa”. Serão mais de 80 obras.

Imagens do Rio Sena e da catedral de Notre-Dame – retratadas, por exemplo por Pisarro e Gauguin certamente farão parte do olhar do visitante. Há ainda a opção de retratos da vida burguesa sob a óptica de Renoir. Vale lembrar que todo o acervo bem do Museu d’Orsay – um dos mais importantes museus do mundo, dedicado à arte do século 19.

                            Van Gogh

 

Edgar  Degas

                   

 

                                                                       




 Fonte:http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/07/a-arte-impressionista-do-ccbb-a-partir-de-agosto

sábado, 14 de julho de 2012

Dica de Cinema.

  Para Roma ,Com Amor .

Numa livre adaptação da obra literária 'Decamerão', Woody Allen apresenta os encontros e desencontros de casais na Roma contemporânea.

 Em Para Roma, Com Amor Woody Allen (Meia Noite em Paris) faz uma livre adaptação da obra Decamerão, escrita por Giovanni Boccaccio entre 1348 e 1353, trazendo a história para os tempos modernos. Na trama, Jesse Eisenberg ( A Rede Social), Penélope Cruz (Nine), Alec Baldwin (Simplesmente Complicado), Ellen Page (Juno) e o próprio Woody Allen são personagens de diferentes contos sobre encontros e desencontros que acontecem na charmosa Roma. 

Jack (Eisenberg) é um estudante de arquitetura que mora em Roma com a namorada. Nas ruas da cidade, ele encontra John (Baldwin), um arquiteto renomado que relembra sua própria juventude enquanto acompanha e aconselha Jack. Isso porque o jovem tem que lidar com a fato de que uma amiga sexy e bonita (Page) de sua namorada irá visitá-los durante alguns dias.

Enquanto isso, Jerry (Woody Allen) e Phyllis (Judy Davis) viajam para Roma para conhecer a família do noivo de sua filha. Phyllis é uma psicóloga que leva na esportiva as loucuras do marido, mal-humorado e reclamão que está sempre comparando a aposentadoria com a morte.

Já Roberto Benigni (A Vida é Bela) é um morador de Roma, simples e trabalhador.Porém, do dia para a noite, se transforma numa celebridade local, sendo perseguido por câmeras e paparazzis, recebendo convites para entrevistas e saindo com a atrizes mais belas e disputadas. Até a sua vida voltar novamente ao normal.

Para completar o ciclo de histórias, um casal italiano. Antonio e Milli sairam do interior a fim de encontrar com membros tradicionais da família dele em Roma e, assim, tentar uma nova vida na cidade grande. Porém, enquanto Milli se perde nas ruas da cidade enquanto procura um salão de cabeleireiros, Antonio recebe a inesperada visita de uma prostituta (Penélope Cruz) e tem que saber contornar a situação quando a família dele chega.

(www.guia da semana)

 


Série Cinema: cenas inesquecíveis. 

Cinema Paradiso

Quem não se emocionou na cena final de Cinema Paradiso?
Ali ,naquela fita estão todos os "cortes" que foram impedidos de passar na tela e que ele recebe como herança mais tarde!
A expressão de encantamento é nossa com certeza!
O filme é belo demais pelo  roteiro,trilha sonora,artistas e cada vez que revejo me emociono pela delicadeza onde a amizade e o amor é simplesmente leve,puro e maravilhoso .
Anima Mundi 2012 / programação.
Uma boa pedida...Vamos curtir?!

Rio de Janeiro,13 a 22 de julho.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Recebi de uma aluna ,ao abrir o link clicar na imagem que a "tirinha"aumenta .
Bem interessante a criatividade, a idéia,a histórinha.
 A Arte realmente faz a gente "viajar"!!

http://img84.imageshack.us/img84/7596/nascimentodeumaartista.jpg